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Esta Pista também conhecida por H1 por Gadini no seu Tomo I Haut e Moyem Atlas, está agora ameaçada de destruição devido ao mau tempo que assola aquela região. Em Maio deste ano pudemos constatar pelo percurso que fizemos entre Anergui e a Cathedral que já eram visíveis os estragos. Mais em Setembro já não foi possível passar pela Pista em qualquer destes sentidos. Durante muitos anos e após cada chuvada ou enchente do Assif Melloul, as populações e as autoridades locais garantiam a sua manutenção nem que fosse para transitarem com os animais de carga, já que era o único acesso capaz a Bin Ouidane. Hoje, Anergui está ligado a Tagleft por uma estrada asfaltada com acesso a El Ksiba, uma excelente obra de engenharia em zona de alta montanha com umas curvas ou lacetes bem desenhados e executados. Com esta alternativa as autoridades oficiais já não estão interessadas em recuperar e fazer a manutenção regular da Pista de Assif Melloul. Os habitantes e especialmente a Associação Moriq de Desenvolvimento, estão interessadas no contrário, seja em manter a Pista transitável, já que uma parte dos seus Gites sobrevive com as Expedições que cruzam o Alto Atlas desde a Cathedral até Anergui ou vice-versa. A reconstrução das zonas danificadas é grande, já que os afluentes do Assif Melloul são caracterizados por uma forte inclinação em terreno de cascalho, permitindo que as chuvadas de curta duração mas de intensidade elevada, provoquem torrentes de cascalho que destroem os frágeis aquedutos. A Associação Moriq de Desenvolvimento tem um tractor e uma máquina de retroescavadora que fazia a manutenção da Pista com o apoio das autoridades oficiais nos últimos anos permitindo a circulação de veículos para a zona de Beni Mellal. Hoje, os seus limitados recursos financeiros não lhe permite continuar a manter esse esforço, já que com a Pista « Cortada » a fonte das suas receitas, seja o Turismo dos 4×4, através dos Gites diminuiu acentuadamente. Também, foi necessário investir noutras áreas como a saúde com a aquisição de uma ambulância que nós observamos no local em Setembro. Esta Pista é fundamental para o desenvolvimento do Turismo de Anergui, que, quando aberta garantia mais de 3.000 visitantes por ano, criando uma rede de desenvolvimento local sustentado com a população, através do Gitê Hammou Chrifi, que alberga muitos dos praticantes de BTT, Montanhismo, Caminhadas e 4×4.
Mas os habitantes de Anergui chamam « Seguro de não Isolamento », a esta Pista, porque a sua funcionalidade permite que Anergui no Inverno possa não estar isolada caso a passagem de Moriq Jbel fique bloqueada pela neve durante várias semanas. O que se pretende é que os amantes do Alto Atlas possam ajudar na recuperação e na preservação de alguns troços da Pista de Assif Melloul, com trabalho voluntário sendo necessário somente que se crie uma onda de entusiasmo, já que será possível recuperar a Pista tão importante para todos. Bacin Hammou é o principal impulsionador desta iniciativa de recuperação da Pista de Assif Melloul, acreditando que seja necessário cerca de 1000 euros para a 1.ª fase dos trabalhos.
Assim é necessário fazer uma campanha de contribuições para que seja possível fazer a recuperação e manutenção da Pista de Assif Melloul, uma das Pistas mais bonitas do Alto Atlas. Este pequeno troço de cerca de 44 km permite ligar a Cathedral a Anergui, por uma Pista de Alta Montanha, caso contrário terá de se percorrer cerca de 130 km de asfalto. Mais a sua abertura permite realizar em TT a Pista de Beni Mellal a Ilmilchil com passagem por Bou Goumez, Cathedral, Anergui, Tassent e Lac Tislit.
O que a Associação Moriq de Desenvolvimento pretende, é uma contribuição financeira através de um pequeno donativo, permitindo assim a ligação física entre a Cathedral e Anergui, bem como a interligação entre o Turismo e o desenvolvimento local.
Pour contacter le président de l’association Moriq :
Bacine : 00212 6 78 45 00 25
Hamou Chrifi : 00212 5 23 44 22 84
Pour plus d’informations, vous pouvez me contacter :
00212 6 61 17 80 07
Através da ferramenta OziMapToKMZ é possível procedermos à conversão de mapas em formato OZI para formato KMZ, permitindo-nos, assim, reaproveitar um conjunto de mapas digitalizados que temos vindo a constituir e a georeferenciar através do OziExplorer.
No espaço nacional as cartas militares utilizam projecções diferentes daquelas utilizadas nos mapas criados no GoogleEarth. Efectivamente, as imagens raster das cartas militares encontram-se projectadas no Datum Lisboa (Portugal) e os mapas do GoogleEarth apenas utilizam o datum WGS84.
Assim sendo e para utilizarmos as cartas militares nos dispositivos GPS da GARMIN como mapas específicos, teremos que georreferenciar e re-projectar os ficheiros raster (formato JPEG).
Para esta operação necessitamos de dois programas:
- Map Merge para OziExplorer (ferramenta que pode ser descarregada através da hiperligação http://www.oziexplorer3.com/mapmerge/mapmerge.html);
- ozf2img (utilitário desenvolvido pelo eslovaco KlaMa e disponível em http://bogi.gpsforum.sk/tools/ozf2img.rar).
A primeira tarefa passa por abrir a ferramenta MapMerge e seleccionar o mapa que se pretende reprojectar através do botão “Add”. Teremos então acesso a uma caixa de diálogo que nos permite indicar o caminho da pasta que contém o mapa-alvo. Este, bem como todos os outros ficheiros .map que constarem da pasta são listados e detalhados na área de informação que ocupa o lado direito da aplicação:

O mapa a projectar deverá ser seleccionado através da caixa de marcação que se encontra à frente da sua referência.
De seguida, teremos que proceder a um conjunto de configurações, tais como:
- Definições do novo mapa de destino, como sejam a escala (em metros por pixel) e a projecção (WGS 84).
- Pasta de destino, onde o novo mapa será armazenado.
Tais configurações são dadas nos separadores “Destination Map” e “Configure”. Assim no primeiro separador teremos que indicar:
- Pixel Scale – Local onde o utilizador deverá especificar a escala do mapa de destino em metros por pixel. Este atributo que determina a dimensão do mapa a produzir e, quanto menor for o valor, maior será a imagem a criar, bem como o tempo de processamento.
Para calcularmos o número de pixels por metro temos que utilizar a escala que serviu de base ao mapa e multiplicá-la por 0,000265. Se a esacala é de 1:25000, então o número de pixels por metro é 25000 * 0,000265, isto é 6,63 metros.
- Map Datum – O datum do mapa a produzir (neste caso pretende-se o datum em WGS 84)
- Map Projection – Projecção do mapa de destino.
Existem projecções que podem requerer parâmetros adicionais, os quais terão que ser dados pelo utilizador.

Ao nível do separador “Configure” as opções que nos interessam para esta operação de conversão são três:
- Temp File Folder – Pasta utilizada pela ferramenta durante o processo de criação do novo mapa e onde serão no seu decurso criados ficheiros temporários.
- Destination Folder – Pasta onde será armazenado o novo mapa.
- Resize (%) – Atributo que designa a percentagem de redimensionamento do novo mapa. Se pretendemos que o mesmo tenha uma resolução inferior ao mapa que lhe serve de base devemos indicar um valor inferior a 100.

Finalmente só temos que pressionar o botão “Create Map” e indicar a opção “Fom Selected Maps”.

O mapa agora criado é constituído pelo par de ficheiros .map e .ozfx3 (formato de imagem nativo do Ozi Explorer e único aceite no Ozi Explorer CE). No entanto, a ferramenta OziMapToKMZ não suporta tal formato. Pelo que o mapa OZI terá que sofrer um segundo nível de conversão intermédia: a conversão do formato de imagem.
Para tal há que executar a ferramenta ozf2img. Trata-se de uma ferramenta que funciona no modo de linha de comando (vulgarmente conhecida como aplicação a correr em janela de MS-DOS) e que deverá ser copiada para a mesma pasta onde se encontra o mapa constituído pela imagem ozfx3. A sintaxe da mesma é seguinte:
ozf2img -i<file>.map
O resultado do processamento é um ficheiro .png (Portable Network Graphics, formato gráfico surgido em 1996 para substituir o GIF).

Este novo ficheiro .png terá que ser associado ao ficheiro .map. Basta abrir através de um simples editor de texto e substituir na terceira linha o nome da imagem (de OZFX3 para PNG).

Finalmente, o mapa está pronto a ser utilizado no OziMapToKMZ.
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Boas.
Um agradecimento a todos que vieram à Lousã para mais um Encontro Nacional Defender. Fomos 106 (cento e seis) Land Rover’s Defender. Bem hajam a todos que participaram e colaboraram.
Algumas fotos, AQUI, obtidas pelo Artur Ferrão.
V Encontro Nacional Defender 2010, será nos dias 22, 23 e 24 de Outubro de 2010, nada melhor que marcar na agenda.
Fiquem bem.
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Boas.
Aqui vai um pequeno vídeo dos preparativos do END do dia de hoje.
Inté.
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Boas.
O Programa ajustado as condicionantes meteorológicas e ao impedimento do Mestre Paulo Couto é o seguinte.
Data – 23, 24 e 25 de Outubro de 2009
Local - Aérodromo da Lousã.
Coordenadas – 8º 14′ 35.7” W e 40º 08′ 39.2” N ou em UTM
29T 564461E 44 44 039N
O Programa:
Dia 23 de Outubro
18.00 Horas – Abertura do Secretariado;
24.00 Horas – Fecho do Secretariado.
Dia 24 de Outubro
9.00 Horas – Abertura do Secretariado;
10.30 Horas – Curso de GPS, Oziexplorer e Mapsource, no Hangar do Aeródromo, ministrado por Parola Gonçalves e João Cardoso;
12.30 Horas – Almoço;
14.00 Horas – Mecânica “Home Made” por Paulo Bré em que se abordará:
- Problemas mais frequentes e sua resolução;
- Preparação do Defender para a Prática de TT;
- Uso do Defender e Equipamento;
- Diferênciais, Transmissões e semi-eixos;
- Falhas frequentes;
- Microcat Work Shop Manual;
- Manutenção de Equipamento;
- Condução fora de estrada.
16.00 Horas – Abertura da Pista de Obstáculos by Neto e Bré;
20. 00 Horas – Churrascão Convívio com música ao vivo dos “Críticos de Ontem” e Caipirão;
22.30 Horas – Visita ao Memorial Vasco Lima “Xanoc”, na Ortiga.
Dia 25 de Outubro
10.00 Horas – Reabertura da Pista e ou Visita as Aldeias Serranas;
13.00 Horas – Almoço no Aeródromo;
15.00 Horas – Encerramento.
Haverá Comes e Bebes do Bar dos Bombeiros Voluntários de Serpins.
Informações e Inscrições landlousa@gmail.com
PS: Gostavas de saber quem apertou os parafusos do teu Defender , quem o pintou, ou se estava Sol no dia em que foi montado? Então vem ao IV END! Mais, queres um Programa que te permite entrar pelo teu Defender, então trás o teu PC. Queres ter no teu GPS, Cartografia actual de Marrocos com o Typ LandLousã, trás o GPS.
INSCRITOS:
- Sherif Salem
- Ricardo Teixeira
- Luís Vidal
- Pedro Neto
- Luís Marques
- Parola Gonçalves
- Paulo Alves
- Paulo Bré
- João Estiveira
- Ricardo Batista
- André Cordeiro
- Carlos Nogueira
- Paula Marina
- ENB1
- ENB2
- Baldios Lousã
- Paulo Fontes
- João Pedro
- Hans de Jong
- Maurício Luís
- Paulo Ferreira
- Luís Mateus
- Quinel
- Pedro Vieira
- Filipe Soft Top
- Sónia Mendes
- Alexandre Ideias
- Helder Elias
- Paulo Ferreira
- José Pedro Canelas
- Nuno Martinho
- Glória Fidalgo
- Filipe Ferreira
- Pedro Martimóveis
- Jardinas
- Paulo Cardoso
- Pedro Almeida
- Pedro Cortesão
- Gonçalo Pratas
- António Rodrigues
- Pedro Portelo
- André Bela
- Ivo Mendes
- Anibal Ventura
- Pedro Rolo
- Sandro Meda
- Victor Lima “Xmetuc”
- Mr. Dré
- Team ALL4×4
- Diogo Vieira
- Ricardo Sousa
- José Luís Ramos
- Carlos Ferreira
- Gil Marques
- Ricardo “Black Defender” Soares
- António Gomes
- José Castro “Etna”
- Rui Monteiro
- Tiago Rodrigues
- Sérgio Padilha
- Domingos Simões
- João Topa
- Luís Farouk
- Meko
- António Couceiro
- Carlos Garcia Costa
- João Carlos Martins
- Rui Mendes
- José Almeida
- Rui Caldeira
- Gonçalo Batalha
- Hugo Nascimento
- Nelson Ferreira
- Francisco Freitas
- João Pedro Veiga
- José Luís Veiga
- António Martins
- Paulo Jorge
- José Carlos Amorim
- Carlos Soares
- Alfredo Freitas
- Carlos Neto
- Renato Valente
- Pedro Brito