O OruxMaps cria automaticamente um backup da informação entretanto carregada pelo utilizador (como sejam trajetos ou rotas). Esta, de nome oruxmapstracks.db.backup (em formato SQLite), fica localizada na pasta tracklogs/oruxmapstracks.db:
tracklogs/oruxmapstracks.db/oruxmapstracks.db.backup
Assim, se um utilizador perder inadvertidamente um trajeto realizado, basta aceder à referida base de dados de backup e alterar o nome para oruxmapstracks.db.
Depois, há que reiniciar o OruxMaps. Se o backup estiver correto, o utilizador passará a ter acesso de novo aos trajetos.
Filed under: LANDLOUSÃ
Chegámos aos 500.00 acessos. Os nossos parabéns a todos vocês que o tornaram possível.
Pediram-me este post, pois, cá vai! Sei que não sou a pessoa mais indicada para ele e também eu me sinto coxo por nestes dias estar junto a muitos de vocês presos por um fio tecnológico que dá pelo nome de SPOT.
A Land Lousã começou quase como uma brincadeira e cresceu gradualmente, tornando-se algo mais sério, animado por valores que permanecem no seu essencial simples, mas sólidos, como sejam o gosto de viver e de partilhar, a amizade, a solidariedade e o sentido (tão em perca nos dias que correm) de dar sem nada esperar em troca (qual antítese do ensaio de Marcel Mauss sobre a dádiva).
Hoje somos “muitos” que contribuimos, lemos, comentamos ou simplesmente aparecemos, e partilhamos interesses comuns. Naquele sentido em que acredito ser o de comunidade, que existe e continuará a existir, mesmo depois de alguns de nós já termos desaparecido.
Sociologicamente toda a comunidade tem um mobilizador. Nesta, dá pelo nome de Parola, outras vezes de “Mestre”. Pessoa que, quem o conhece, sabe essa marca indelével que em nós deixa sobre precisamente esse gosto de viver e partilhar, a amizade e a solidariedade…
A Expedição começa hoje, dia 21 de Abril, pelas 17:00 horas, na Gare de Algeciras e termina no dia 4 de Maio, às 21:00 horas, na Gare de Ceuta.
O Spot será activado no dia 21 de Abril a hora de embarque e podem seguir o percurso AQUI.
Fiquem bem por cá.
WinGDB3 é uma aplicação desenhada especificamente para trabalhar com rotas, trajetos (tracks) e pontos de passagem no formato Garmin, convertendo-as entre si. Suporta quer o Mapsource quer o Basecamp.
É, assim, capaz de converter rotas criadas automaticamente a partir de mapas como o City Navigator ou o Metroguide, convertendo-as em trajetos ou pontos de passagem. Todos os dados associados aos pontos que compõem a rota/trajeto, como por exemplo a altitude, são conservados.
O WinGDB3 utiliza como fonte primária o formato GDB. Suporta as versões 1, 2 e 3. Não se mostra especializado para tipos específicos de recetores Garmin, embora modelos como os Nuvi e Quest, que possuem funções limitadas de trackback, possam usufruir da conversão de um trajeto em rota, ou os modelos da série 60, que estão sempre a recalcular rotas, tenham a vantagem de converter, ao invés, uma rota em trajeto.
Tais conversões podem ser ajustadas por parte do utilizador, conferindo-lhe a capacidade de gerir a dimensão de uma rota ou de um trajeto, quer segmentando-os quer filtrando-os.
Uma rota ou trajeto podem ser convertidos a partir da manipulação direta da área de transferência (ou clipboard). Trata-se de uma operação simples de “Cortar” / “Copiar” do objecto (rota, trajeto) ao nível do Mapsource ou Basecamp, seguido de um pressionar do botão “Converte”, já ao nível do WinGDB3 e, finalmente, em “Colar” o resultado no Mapsource ou Basecamp.
Outras características importantes do WinGDB3 são:
- Suporte de múltiplas línguas (inglês, holandês, alemão, francês, português, italiano, polaco, espanhol, turco, checo e húngaro).
- Capacidade de importar trajetos em formatos gpx, crs ,tcx, fit, kml, kmz, itn e nmea/nma/log.
A aplicação é totalmente livre pode ser descarregada a partir do site do próprio autor:
As questões relativas à transformação de rotas em trajectos, recorrendo para tal a aplicações como o GPS VISUALIZER ou o GPSBabel, têm sido abordadas pela Land Lousã:
- http://landlousa.wordpress.com/2011/08/03/rotas-versus-trajectos-tracks-e-trajectos-versus-rotas
- http://landlousa.wordpress.com/2011/07/27/rotas-versus-trajectos-tracks-exemplos
- http://landlousa.wordpress.com/2011/08/03/rotas-versus-trajectos-tracks-e-trajectos-versus-rotas
Ferramentas como o WinGDB3, quando utilizadas em conjunto com o GPSBabel ou o GPS VISUALIZER fornecem aos utilizadores capacidades quase universais de conversão entre uma miríade de formatos ao nível de dispositivos GPS e de aplicações de informação geográfica.
Isolada nas montanhas, na fronteira entre Marrocos e a Argélia, rodeada por um relevo acidentado, encontra-se uma encruzilhada de pistas utilizadsa tradicionalmente pelas caravanas de camelos vindas do Norte para Sul ou de Este para Oeste. Estamos em Iche.
Iche ou Yiche é uma pequena vila aninhada num vale junto de seu palmeiral, situada na ponta Nordeste do “Jebel Abienen”, um dos cornos setentrionais do maciço de “Beni Smir” (2160 m). O vale de Iche está encaixado entre este maciço e o maciço “Jebel MZI” (2200 m), que separa Iche da Argélia. De acordo com o dialecto berbere Iche significa corno ou canto (ahyIchei), traduzindo bem a representação geográfica deste oásis.
Foi fundadada pelos fenícios por volta de 4.000 anos A.C. Crê-se que em razão da presença de fontes de água. É mesmo considerada uma das mais antigas povoações de Marrocos. No entanto, descobertas arqueológicas demonstram uma presença humana na região bem mais antiga, a qual parece remontar ao Neolítico. A demonstrá-lo um conjunto relativamente vasto de gravuras rupestres (onde se destacam Dchira, Douissa, El Mlalih e Rkiza), bem como de monumentos funerários (localmente chamados de krakir, rjam ou qbour El jouhala).
Reza ainda a história que no século XIX, o movimento de caravanas era intenso trazendo uma certa prosperidade a este local. Iche era um local de retemperamento de forças dos homens e animais que faziam parte das caravanas que por ali passavam, de reagrupamento, antes da travessia por regiões hostis do Norte ou do Sul.
Mais recentemente , em Outubro de 1963, e tal como a vizinha Figuig, foi palco de violentos combates entre forças marroquinas e argelinas, no conflito militar que ficaria conhecido como a “Guerra das Areias”. A falta de definição de fronteiras precisas desde os tempos coloniais foi um fator decisivo. Situação que ainda hoje se mantém de certo modo, não obstante o cessar-fogo de 20 de Fevereiro de 1964 sob os auspícios da OUA e ONU, e que tem contribuído para permanentes focos de tensão (http://www.bladi.net/marocains-arretes-frontiere-algerienne.html).
Hoje, deparamo-nos com uma vila com cerca de 200 habitantes, onde as habitações estão agrupadas num Ksar, em torno da mesquita e restos da cidade. São apoiadas por cavernas de arenito rochoso cavado, que fica no centro de uma depressão, uma espécie de carreiro que interrompe a regularidade do planalto rochoso sobre a margem esquerda do rio.
A água tem um papel fundamental para o Homem, a terra e os animais. A sua permanência é assegurada por uma barragem ao nível do oued (rio) d’Iche e um complexo (ao mesmo tempo que imemorial) sistema de irrigação. Diz-se que estas águas possuem propriedades terapêuticas. Fazem duas colheitas anuais de batatas, feito excepcional se considerarmos que crescem num raio de 300 km. Caso diferente, são as palmeiras que na sua maioria não conseguem produzir os frutos que dela são originários. Contudo, e quase como compensação pelo seu palmeiral “pouco produtivo” encontramos vinhas e várias árvores de fruto, como a macieira ou o damasqueiro.
Um destino que merece bem ser explorado: http://www.everyoneweb.com/ichcom/
A Google lançou no dia 19 de Março a versão 6.2 do Google Earth para os sistemas operativos Android e iOS (iPhone e iPad).
Esta versão suporta já conteúdos no formato KML (Keyhole Markup Language), hoje uma norma internacional do Open Geospatial Consortium e que constitui uma notação XML para exprimir conteúdos geográficos e de visualização em mapas a duas ou três dimensões. Assim, sempre que o utilizador pesquisar informação em formato KML o GoogleEarth será executado automaticamente e o mapa/conteúdo carregado.
Com Google Earth 6.2 estão disponíveis a camada de conteúdos Panoramio e a Galeria do Google Earth. Esta última reveste-se de especial importância, pois, abre ao utilizador a possibilidade de pesquisa e navegação direta a partir de fontes como o Wikiloc ou o EveryTrail.
Tudo pode, depois, ser visualizado com o Google Earth, como sejam rotas, trajetos, pontos, imagens ou hiperligações.
A versão para sistema operativo Android permite ainda partilhar capturas de ecrã nos círculos do Google+, através do Gmail.






