Land Lousã


QUIMBUNDO – ALGUMAS PALAVRAS by Parola Gonçalves
30/07/2010, 14:57
Filed under: OFF-TOPIC

Boas.

O Joaquim Pedro, tem andado a desafiar-me para ir dizendo umas palavras de “Quimbundo” ou “Kimbundo”. É uma das línguas mais faladas em Angola, nomeadamente no noroeste e na Província de Luanda. Mais de 3 milhões falam este dialecto.

Aqui vão as primeiras palavras que o Joaquim Pedro me enviou. Thanks, Man. Kutondela Kamba.

Alguns exemplos:

Abraço – Ndandu
Abrir – Kujikula
Abrir os olhos – Jula o mesu
Absoluto – Kinene-nene
Absurdo – Kiavoka
Abundancia – Dibutu
Acalmar – Sankalala
Acidente – Kifua
Acompanhar – Kueda-atuadi
Aconselhar – Kuambela
Acordar – Kubalumuna
Acreditar – Kuikila
Afastar o mal – Kenguluka
Agradecer – Kutondela
Agradecimento – Kisakidilu
Ajoelhar-se – Kubolama
Alegria – Ngala
Amigo – Kamba
Amizade -Ukamba
Arrependimento – Kitololo
Benção – Makóiu
Chorar – Kudila
Chuva forte – Dibanda
Combatente, valente – Mubangí
Confiança – Mbuanza
Consagrar – Sambulua
Coração – Muxima
Deus – Nzambi
Experiencia – Ntonta
Que Deus lhe acompanhe – Nzambi ikale ni enhe!
Falsidade – Luvunu
Força – Nguzu
Guardião – Nlundi
Guerreiro – Mukuolua
Honra – Ukindi
Mais velho – Kota
Maldição – Kiloko
Vitória – Kikóue
Viver – Sansuka
Amigo do coração – Kamba ria muxima

Anúncios
Comentários Desativados em QUIMBUNDO – ALGUMAS PALAVRAS


IV PASSEIO LANDLOUSÃ MARROCOS 2010 by Parola Gonçalves
28/07/2010, 14:38
Filed under: MARROCOS 2010

Boas.

Estamos a menos de um mês da partida e o pessoal está eufórico, nomeadamente os que vão pela 1ª vez a Marrocos.

Quase todos, já deram uma ligeira revisão aos 4×4, como mudanças de óleos, valvolinas e filtros. Quase todos já adquiriram frigorífico de expedição ou de TIR para ter tudo fresco, já que o calor vai apertar.

Conseguimos um excelente preço para a travessia ida e volta  no Ferrye de Companhia de qualidade, em horário adequado. O melhor preço de sempre em época alta.

Somos muitos, e mais seriamos se pudéssemos, mas o que ficam têm lugar garantido em 2011.

Somos doze 4×4 de norte a sul do País, alguns de nós só nos vamos conhecer na Gare de Embarque em Algeciras, mas isso é a grande virtude do Landlousã para além da partilha, seja, criar amigos por aí.

A pedido dos “novatos”, vamos “atiçar” o percurso com umas etapas seguidas de Pista com uma dormida em Pista. Os convívios nos Parques de Campismo, são fundamentais para criar ambiente de “Expedição” e fortalecer as relações. Nada melhor que uma fogueira, um copo, um naco de picanha ou umas costelas de borrego para termos um ambiente “cool”.

Aguardem por notícias e fotos um dia destes.

Inté



MARROCOS…….ALGUMAS SUGESTÕES by Parola Gonçalves
22/07/2010, 13:33
Filed under: MARROCOS

Boas…..

  • Marrocos como País, boas paisagens, gente simpática e acolhedora, mais no interior do que no litoral das grandes cidades;
  • Gasóleo 50 ppm já está em todo o lado em Marrocos, seja o que eles chamam “Gasóleo Europeu”, e que cumpre os requesitos de qualidade da UE;
  • O preço do gasóleo que varia de 7,6 MAD a 7,7 MAD. Nas AE estava mais barato nas Bombas da Total;
  • O preço do óleo para os motores, para o Defender Td5, cumprindo as normas exigidas pelo fabricante o Total Quartz 9000. Uma lata de 5 lts custa cerca de 425,00 MAD;
  • Para os carros que aquecem, a Total tem à venda um líquido de refrigeração para radiadores, próprio para “Países de temperaturas elevadas”, a 13,5 MADo litro;
  • O preço do Mapa 742 da Michellin que custa cerca de 75,00 MAD nas áreas de serviço;
  • O preço das lavagens e lubrificações nas pequenas áreas de serviço, já que é sempre bom fazer uma lubrificação depois de dois dias de pista;
  • A qualidade e o preço de uma “Tagine de Rua” em qualquer “Restaurante Beira de Estrada”;
  • A qualidade e o preço dos vinhos marroquinos, tanto o branco, o tinto ou o rosé de “Meknés”, que são vendidos nos Restaurantes entre os 80 a 100,00 MAD;
  • A qualidade do peixe e o preço nas zonas costeiras, de preferência, nas praias nas cabanas de pescadores;
  • A Medina de Essaouira, as galerias de arte e o porto de pesca;
  • A Praça Djemaa el Fna em Marraquexe à noite;
  • O pão Marroquino, nomeadamente as baguetes;
  • A gentileza da Polícia Marroquina;
  • A excelente comida no Terraço do Hotel de France em Khenifra;
  • As arcadas de Foum Z’Guid e os frangos de churrasco do restaurante;
  • As Lojas “Mini Mercado” nas pequenas cidades ou Vilas;
  • As temperaturas amenas do Alto Atlas;

Menos boas…..

  • A circular externa de Tânger, principalmente nos semáforos, em que “putos” tentam abrir as portas dos carros e “sacar” tudo o que podem;
  • O troço entre Ain Leau e Oued Oum Er R’Bia, onde os “putos” bloqueiam a estrada e quando não se para, batem com o que têm a mão nos carros;
  • No mesmo troço os “pseudo” trabalhadores de reparação de estradas, que obrigam quase a parar e pedem de tudo, desde comida, roupa ou MAD´s;
  • Neste momento o enorme estaleiro de obras que é Marrocos, com a modernização do País, mas é preciso;
  • Passar em Oued Oum Er R’Bia ao fim de semana, a espera pode ser superior a 2 ou 3 horas, pelo que deve fazer inversão de marcha e um pouco mais acima fazer a Pista de segue para Khenifra;
  • A velocidade dos Grand Táxis;

Excelente…..

  • Os Gîte D’Hôtes, que começam a aparecer por todo o lado em Marrocos, são bons, baratos, familiares e sempre bem localizados;
  • As Tagines de Rua;
  • Os souks com a boa fruta e pão;
  • A gentileza e o afecto dos marroquinos;
  • O chá de menta em Casa Hassan, seja o Gite D´Hoste L’Ombre des Oliviers, mesmo por cima de Volubilis;
  • A qualidade do peixe de Asilah;
  • A praia de Oualidia e o peixe grelhado e as mariscadas na praia;
  • A imponência do Alto Atlas e das suas Pistas DPM’s fora das Rotas Emblemáticas;
  • As Pistas do Chott Tigri;
  • A Pista de Iche a Figuig;
  • A Pista de Benni Tajjid a Missouri;
  • O Camping Amazigh, entre Ifrane e Azrou;
  • As Pistas do Alto Atlas;

Fundamental e importante…..

  • Levar no seu GPS Garmin a versão Rotável do Morocco Topo, é mesmo fundamental, principalmente nas cidades;
  • Uma PDA com o Oziexplorer, com cartografia de Marrocos;
  • Cartografia em papel A3 das zonas por onde se vai passar, dão uma ajuda importante, já que o Mapsource não cobre adequadamente algumas zonas, sempre que se circula pelas Pistas Não Emblemáticas;
  • Fazer a travessia em Companhias fidedignas, em que fique garantido que não haverá acesso a zona das viaturas durante a travessia;
  • Levar sempre um jerrycan de 20 lts de gasóleo, quando circular em pista, porque há sempre um filtro de gasóleo que se pode danificar;
  • Protector solar adequado ao tipo de pele, aconselhamos factor de protecção 50+;
  • Óculos de sol;
  • Um bom Guia de Viagem, aconselhamos o The RougH Guide ou o Lonely Planet Guide.

E ainda…..

  • Não vá carregado de latas de comida, sumos ou água, por lá tem tudo a mão em qualquer souk ou mercearia, ajudando assim o comércio local;
  • Aproveite a excelente fruta e as verduras de Marrocos, que vendem nos souks ou junto as estradas;
  • Aproveite e delicie-se com um excelente azeite do Alto Atlas, é uma excelente entrada em finas fatias de pão molhadas em azeite. A promoção do azeite é excelente.

Atenção…..

  • Pseudo e obsoletos Radares de velocidade;
  • Sinais de STOP;
  • Circulação em rotundas, mesmo que tenha prioridade esteja atento e facilite;
  • Mobiletes, bicicletas, cadeiras de rodas e afins;

Alertão…..

  • Não esquecer que o portador de meio grama de haxixe em Marrocos, pode ser condenado até 30 anos de Prisão;
  • Marrocos, é o País que tem o maior nº de Portugueses presos no estrangeiro;
  • No regresso na zona da Alfândega é aconselhável circular pela zona central, mais liberta de pessoas. Nunca, desde que se possa pelas faixas laterais, nomeadamente a da direita junto a circulação de peões e sempre com controlo visual da traseira do carro, por motivoa obvíos. Não facilitar;
  • Nunca, em qualquer caso, transportar a pedido de um “peão”, sacos ou casacos para o lado de lá;

Ficam estas “dicas”.

PS: A Landlousã tem disponível, um PERCURSO com 113 trajectos “tracks” e 506 Pontos de Interesse, cobrindo quase todo o País onde poderá escolher o percurso fiável e seguro que pretende fazer. Para isso envie um mail para landlousa@gmail.com.

PS: 1 euro equivale a 11.0096 MAD, seja Dirham Marroquino

 Inté.



MAPC2MAPC – Parte 3 (redimensionar, cortar e juntar mapas) by joaocarloscardoso
19/07/2010, 18:24
Filed under: CARTOGRAFIA, LANDLOUSÃ, MAPSOURCE, OZIEXPLORER/COMPEGPS

A ferramenta MAPC2MAPC permite ao utilizador cortar e redimensionar os mapas, preservando a sua georeferenciação.

Existem por vezes situações que um mapa é demasiado grande e pesado para ser suportado pelo dispositivo de navegação, ou então necessitarmos apenas de uma determinada quadrícula do mesmo. O MAPC2MAPC permite reduzir ou cortar o mapa, produzindo automaticamente novos ficheiros de calibragem.

Assim, tais operações têm início com a abertura e leitura do ficheiro de calibragem do mapa, através do comando “menu File > Open Calibration”.

Para reduzir o mapa basta aceder ao comando “menu Edit >Rescale map and save” e depois, através da caixa de diálo que surge ao utilizador, definir a percentagem (entre 10% e 90%) de redução do mapa.

A imagem é armazenada no formato .png (Portable Network Graphics) e com uma profundidade de 8-bit. É também gerado um novo conjunto de ficheiros de calibragem adaptados ao mapa redimensionado: .map (OziExplorer), .tfw (ESRI), .cal (Pathaway), .jpr (Memory-Map), .gmi (GPS Tuner map calibration data), .mcd(GPSMap-OS), .txt. Em todos eles é colocado no nome um sufixo retirado da percentagem de redução: temos que para uma percentagem de 70% os ficheiros recebem o sufixo de “_70”.

A operação de corte (crop) do mapa encontra-se igualmente ao nível do menu “Edit”, mais concretamente em “menu Edit > Crop map and save”. O mapa é então visualizável numa nova janela. Apesar de inicialmente ajustada à dimensão da janela (o que corresponde ao botão “fit”), a imagem pode ser ampliada (através dos botões “full” e “200%”) e permite, posteriormente, que o utilizador nela se desloque (através dos botões “D”own, “U”p, “L”eft e “R”ight).

Para seleccionar a área a cortar o utilizador posiciona primeiro o ponteiro do rato no canto superior da área pretendida e prime o botão esquerdo do rato, depois posiciona-se no canto inferior direito e prime o botão direito do rato.

A nova imagem é também armazenada no formato .png (Portable Network Graphics). Do mesmo modo é gerado um novo e adaptado conjunto de ficheiros de calibragem. Em todos eles é colocado no nome um sufixo “_cr”.

Outra funcionalidade bastante interessante no MAPC2MAPC é aquela que permite juntar dois mapas. Estes necessitam de estar previamente calibrados. Esta encontra-se disponível no comando “Merge maps”, situada ao nível da barra de ferramentas.

Assim, o primeiro mapa que é carregado no MAPC2MAPC designa-se “mapa base”, pois o mesmo determina a escala e a orientação no novo mapa a produzir.

Antes de produzir a junção, o MAPC2MAPC oferece ao utilizador a opção de expandir a área do “mapa base” de modo a abranger quer os seus limites quer os limites do mapa a juntar. Esta opção é activada através da selecção da caixa de marcação “Expand base map to …”

No processo de junção, os píxeis do “mapa base” são analisados de modo a determinar possíveis sobreposições geográficas para com o mapa a juntar. Se tal ocorrer, os píxeis do mapa a juntar sobrepõem-se aos do “mapa-base”. Neste processo de cópia é possível controlar o nível de transparência:

  • 100%: o píxel provém do mapa a juntar;
  • 0% o píxel provém do “mapa-base”.

 

Os mapas a juntar não precisam de estar na mesma escala, orientação ou datum. No entanto, o mapa que resulta da junção é sempre escrito no WGS84 datum.

Comentários Desativados em MAPC2MAPC – Parte 3 (redimensionar, cortar e juntar mapas)


MAPC2MAPC – Parte 2 (calibrar mapas) by joaocarloscardoso
15/07/2010, 13:01
Filed under: CARTOGRAFIA, LANDLOUSÃ, MAPSOURCE, OZIEXPLORER/COMPEGPS

Uma das razões principais para a utilização da ferramenta MAPC2MAPC prende-se com a capacidade e a facilidade que possui em converter formatos de ficheiros de calibragem de mapas do tipo raster.

Usualmente estes mapas raster são compostos pelo par de ficheiros imagem (tipicamente nos formatos .png, .tif, .jpg, .gif) + calibragem (caso do OziExplorer que se apresenta na extensão .map).

Pode ainda suceder que o mapa pretendido seja demasiado grande para o dispositivo utilizado na navegação. O MAPC2MAPC permite ao utilizador reduzir ou cortar o mapa, produzindo novos ficheiros de calibragem, adaptados assim às novas dimensões do mapa.

Estas operações têm início com o comando “menu File > Open Calibration”.

Através deste comando é aberto e lido o ficheiro de calibragem do mapa, produzindo-se as conversões do datum e da projecção. Nesse passo, pode ser pedido ao utilizador para escolher o datum.

Embora a versão actual do MAPC2MAPC possua já um conjunto relativamente extenso de datums (com origem em http://www.gpsu.co.uk) é possível que o nome seja diferente daquele que está armazenado no ficheiro de calibragem, pelo que é pedida a correspondência. Esta, é em diante mantida no sistema como correspondência por omissão e pode ser eliminada em qualquer momento através do comando “menu Edit > Remove Datum Match”

A imagem pode ser visualizada numa nova janela, através do comando “menu View > View calibrated map”, a qual exibe as coordenadas dos pontos por onde o ponteiro do rato se vai deslocando (sempre no Datum WGS84). Apesar de inicialmente ajustada à dimensão da janela (o que corresponde ao botão “fit”), a imagem pode ser ampliada (através dos botões “full” e “200%”) e permite, posteriormente, que o utilizador nela se desloque (através dos botões “D”own, “U”p, “L”eft e “R”ight). Os pontos utilizados para calibrar o mapa são exibidos com o símbolo de uma cruz vermelha.

Se aquilo que o utilizador pretende é simplesmente converter o formato do ficheiro de calibragem de um mapa, basta então, uma vez carregado aquele no MAPC2MAPC, escolher o comando “menu File >  Write calibrations”. É produzido um conjunto de ficheiros nos formatos .map (OziExplorer), .tfw (ESRI), .cal (Pathaway), .jpr (Memory-Map), .gmi (GPS Tuner map calibration data), .mcd(GPSMap-OS), .txt. O ficheiro no formato original não será reescrito, a menos que o utilizador tenha modificado o mapa directamente no MAPC2MAPC.

Para georeferenciar uma imagem do tipo raster o utilizador pode simplesmente proceder ao carregar da mesma a partir do comando “menu File > Load map for calibration”. Esta é dada a visualizar imediatamente  e ajustada à dimensão da nova janela. Premindo o botão rato sobre a caixa de texto com o valor “Click here to start calibrating” iniciamos o processo de calibragem.

Surge então a caixa diálogo de selecção do datum e método de projecção. Depois, o utilizador só tem que marcar os pontos (mínimo aconselhável 3) e carregar as coordenadas:

  • Em UTM estas são dadas em metros e apenas é necessária a parte numérica da zona (1 a 60);
  • Em latitude/longitude as coordenadas dos pontos podem ser dadas em graus, minutos e segundos; graus e minutos decimais ou graus decimais.

A coordenada do ponto de calibragem pode ser ajustada posicionando o ponteiro do rato sobre o ponto e premindo botão direito do rato.

Na caixa de diálogo é possível acertar com precisão o ponto na porção ampliada da imagem, através dos botões “D”own, “U”p, “L”eft e “R”ight, e aferir do mesmo no Google Maps (o que pressupõe uma conexão à Internet).

Terminada a marcação dos pontos de calibragem da imagem, o utilizador deve premir o botão rato sobre a caixa de texto com o valor “Click here to finish”. A janela é fechada e terminada a calibragem. Esta pode então ser gerada nos formatos atrás descritos através do comando “menu File >  Write calibrations”.

Outro método para calibrar uma imagem aproveita ficheiros de pontos (nos formatos .rxf, .txf, .mxf, .plt, .kml), utilizando assim as suas coordenadas. Para o caso o utilizador pode assim aproveitar um trajecto em OziExplorer (.plt) ou em Google Earth, onde se encontrem visíveis e marcados pontos importantes no terreno, tais como estradas, cruzamentos, e que sabemos pertencerem à imagem raster a calibrar.

Nesta opção deve-se utilizar o comando “menu File > Calibrate map from a file of points”. É pedida a imagem e o ficheiro de pontos. O utilizador só então que voltar a marcar (e ajustar) na imagem aqueles pontos que previamente possuia marcados no ficheiro de pontos (por exemplo, .plt ou .kml). As coordenadas são calculadas e como guia aparece a imagem do ponto no Google Earth.



CHARLES DE FOUCAULD by Parola Gonçalves
14/07/2010, 14:18
Filed under: LANDLOUSÃ

Boas.

Penso que foi em 1993, que ouvi pela primeira vez falar em Charles de Foucauld.

Na altura, estavamos retidos à 3 dias em Tamanrasset, no Parque de Campismo local. Aguardavamos a chegada de um guia Touareg para nos levar à atravessar o Mali, e também, porque, o jornalista José Manuel Fernandes do jornal “Público”, tinha sido levado para a esquadra da polícia, porque se “atreveu” a montar no recinto do Parque a antena do telefone satélite, que era enorme e obrigava a uma certa perícia na sua montagem.

Com a espera, foi-me dito pelo dono do Restaurante do Parque, que a cerca de 80 kms, em Assekrem no sítio do Hoggar, havia uma Ermida do Padre Charles de Foucauld, que tinha escolhido aquele lugar desertíco para praticar a pobreza extrema. A Pista era dura e o local inóspito, mas lá fomos, seguindo as indicações. Charles de Foucauld foi assassinado no dia 1 de Dezembro de 1916, naquele local da Argélia, por um grupo de bandidos.

Ermida em Assekrem.

Tumba de Charles de Foucauld em El Ménia

Agora, passado estes anos, ao preparar a Expedição ao Anti-Atlas 2011, deparei com vários artigos sobre a passagem do Padre Charles de Foucauld por Marrocos, ainda enquanto militar e de estudioso pela geografia humana e não só. Assim, na sua passagem por Marrocos, Charles de Foucald viveu alguns anos em Tissint, de onde partia e regressava para os seus estudos e preparar a sua grande travessia de poente a nascente até a Argélia.

Hoje, Tissint tem como principal atractivo as ruínas da casa onde viveu Charles Foucauld, cuja foto anexamos. Esta “atracção” é desconhecida dos expedicionários em geral, bem como da Cascata de Águas Salgadas, que existe a saída de Tissint, atracções que esperamos visitar em Junho de 2011.

Fica  a “dica” e umas fotos.

Ruínas da Casa de Tissint.



SUGESTÕES LANDLOUSÃ PARA O VERÃO 2010 by Parola Gonçalves
11/07/2010, 19:27
Filed under: LANDLOUSÃ

As nossas sugestões para este Verão:

Livros:

O Teu Deserto de Miguel Sousa Tavares

O (Des)Caminho Para Santiago, de Cees Nooteboom

Sul de Miguel Sousa Tavares

Todos os Ventos do Mundo, diário de um navegador solitário, de Manuel Martins

– 1 KM de Cada Vez, de Miguel Cadilhe

Linhas da Nostalgia, um percorrer pelas linhas de caminho de ferro desactivadas, Rui Cardoso

Cão Como Nós, de Manuel Alegre

Rafael, de Manuel Alegre

Grand Sud Marocain,Country Guide da Petit Futé

Morocco Overland, de Chris Scott, da Trailblazer

Pistes du Maroc à travers l’histoire, de J. Gandini, da Extrem’sud

A Linha da Lousã, de Dário Silva

Lousã, um excelente livro de fotos da Lousã de Varela Pècurto

Guide du Sahara, les guides bleus, das edições Hachette

Portugal, Pé-Ante-Pé, Guia de Percursos Naturais, da Bertrand Editora

Guia da Rede de Percursos da Serra da Lousã, edição das Câmaras da Lousã, Góis e Castanheira de Pêra

Portugal Passo-A-Passo, 20 Passeios por Portugal, de Rui Cardoso e Abel Melo e Sousa

Tuareg, de Alberto Vazquez-Figueroa. Um livro em que a honra está acima de tudo.

– Manual de leitura de cartas, do Instituto Geográfico do Exército. Excelente introdução à utilização de cartas tográficas e documentos afins.

– Quiet for a Tuesday, de Tom Sheppard. Um livro para admirar a fotografia e sonhar muito…

Locais:

Serra da Lousã e as suas Rotas do Xisto

Covão da Ponte, no concelho de Manteigas, Serra da Estrela

Praia Fluvial de Cambas, no Rio Zêzere, concelho de Oleiros

Sede da LandLousã, no concelho da Lousã, ao km 24.50 da N236

Aldeia do Xisto da Cerdeira, concelho da Lousã

Hassi Labied, (Auberge du Sud), Merzouga Marrocos

Chott Tigri, entre Tendrara e Iche, na zona oriental de Marrocos

Oásis de Iche, Marrocos

Tafraoute, anti atlas , Marrocos

Praia Fluvial da Bogueira, em Casal de Ermio, concelho da Lousã

Links:

www.landlousa.com

http://amaltadosjipes.blogspot.com/

http://terracotta.nireblog.com/

http://www.saharayatlas.com/

http://viajarpormarruecos.blogspot.com/

http://vadiar.uniterre.com/

http://www.salimanaji.org/

http://randlover-bre.blogspot.com/

http://www.viagens4x4.com/

http://www.aldeiasdoxisto.pt/

http://www.horizonsunlimited.com/hubb/

Vamos actualizando, diariamente. Aceitamos sugestões

Comentários Desativados em SUGESTÕES LANDLOUSÃ PARA O VERÃO 2010



%d bloggers like this: