Land Lousã


IV EXPEDIÇÃO LANDLOUSÃ MARROCOS 2010 by Parola Gonçalves
26/08/2010, 11:25
Filed under: LANDLOUSÃ, MARROCOS 2010

Lousã, 23 de Agosto de 2010

Boas.

Pois é, mais logo, ao final da tarde, partiremos para mais uma Expedição LandLousã à Marrocos.

Somos muitos, o Manuel e Rosa Maria,Quim Tó e Filipe Miguel, Tito Correia e Pedro Miguel, Jorge José Miguel e Carlos, António Fernandes, Dina Erse, Rui e Ana Margarida, Nuno Miguel e Sónia, Paulo Fernades e Joel Silva, Pedro eduardo e Cristina Antunes, Frederico Malta e Maria do Céu, Nuno Alexandre e os Manos Barata, Rui e Sílvia e os Manos Rolo. Somos uma dúzia de 4×4, a maioria caloiros nestas andanças de Expedições em Marrocos. Vamos nas calmas e sem grandes desafios.

Vamos de acordo com um Programa simples, mas que pode evoluir percursos mais exigentes, se o pessoal gostar e as máquinas estiverem em condições.

Os Pontos Âncora, serão o Auberge du Sul em Hassilabied, o Auberge Chez Ali em Zagora e o El Andalous em Marraquexe.

O percurso pode ser seguido no SPOT.

ACTUALIZAÇÃO: Novo link SPOT – aqui.

Fiquem por cá, até breve.

Inté

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Aprender a trabalhar com uma bússola através do Google Maps by joaocarloscardoso
26/08/2010, 11:13
Filed under: CARTOGRAFIA, LANDLOUSÃ

Na prática do todo o terreno ou num simples passeio é frequente ter-se como companheiro um dispositivo GPS, levando-nos a ignorar ou a esquecer o mapa em papel e a utilização da bússola. É importante pensar que os primeiros não passam de máquinas, as quais podem avariar, para além do que dispõem na maior parte das vezes de visores demasiado pequenos para nos oferecerem um contexto geográfico ou a determinação de um rumo.

A entidade Barcelona Field Studies Centre S.L. (http://geographyfieldwork.com/) criou um site que se destina a ensinar e ajudar a melhorar a utilização de uma bússola em mapas. Trata-se do “Google Map Compass Tool” e encontra-se disponível na seguinte hiperligação:

http://googlecompass.com/

A ferramenta Google Compass trabalha sobre o Google Maps e permite ao utilizador  traçar e registar azimutes, distâncias e declinações ou variações  magnéticas  em caminhos simples ou compostos por vários pontos.

A ferramenta começa exactamente pela escolha do tipo de percurso e depois pelo ponto de partida, utilizando a caixa de pesquisa do Google Maps. Como vamos ver a navegação pode então ser definida como a localização de uma posição e o traçada do caminho seguido, até lá chegar.

Seleccionado o ponto de partida, o utilizador deve premir o botão “Show Compass”, localizado no canto inferior direito do mapa. Uma bússola de reconhecimento Silva Ranger aparece no mapa junto ao ponto especificado.

A bússola pode ser arrastada e posicionada de modo a apontar para qualquer direcção. O utilizador tem então a possibilidade de traçar um caminho no mapa e visualizar as suas coordenadas. As diferenças entre o Norte magnético e o Norte verdadeiro são automaticamente ajustadas.

As coordenadas dos caminhos podem ser armazenados e utilizados posteriormente.

Dois botões adicionais aparecem no topo do mapa. No canto esquerdo, o botão “Menu”, que permite ao utilizador:

  • Desfazer / refazer passos;
  • Alterar o comprimento da seta vermelha;
  • Limpar todas operações realizadas pelo utilizador;
  • Carregar / Guardar / Importar um caminho.

No lado direito surge o botão “Draw Route”.

Na base existe ainda um botão muito importante: “Maximize This Map”. Permite ao utilizador gerar um mapa de maiores dimensões numa nova janela e, como tal, de mais fácil manipulação.

O fluxo de trabalho com a bússola para traçar um caminho é o seguinte:

1. Assim, o utiizador deve começar por arrastar a bússola, de modo a posicionar o seu centro sobre o ponto de partida.
2. Premir o botão esquerdo rato sobre a bússola para permitir que aquela possar rodar na direcção pretendida.
3. Premir de novo o botão esquerdo rato sobre a bússola para parar a sua rotação, uma vez posicionada na direcção pretendida.
4. Alteraro comprimento da seta vermelha, de modo a que termine no ponto de destino pretendido (botão “Menu” comandos “Resize Arrow By Slider” ou “Resize Arrow Manually”).

5. Premir o botão“Draw Route” . Uma caixa de diálogo surge ao utilizador dando conta da distância até ao ponto de destino. 

6. Premir o botão “Move Next” para deslocar a bússola para o destino, o qual se converte no novo ponto de partida.
7. Repetir os passos 2-6 até terminar o caminho.

 Uma vez terminado o caminho é possível visualizar e imprimir o caminho, através do comando “View/Print Route(s) Information”, disponível a partir do botão “Menu”.



I EXPEDIÇÃO LANDLOUSÃ ISLÂNDIA 2011 by Parola Gonçalves
17/08/2010, 16:27
Filed under: ISLÂNDIA 2011
Boas.
Vamos preparar a I Expedição Landlousã Islândia 2011.
Julho será o mês escolhido e será uma Expedição feita em Autonomia Total.
Prevemos fazer cerca de 3000 km’s de pistas ou estradas de terra, fazendo uma volta completa pelo País. Por norma a N1 ou “Ring Road” como é mais conhecida, é o trajecto mais percorrido.
Mais novidades em breve, quanto ao nº de viaturas e tipo de opção de transporte.
Para já o pessoal que fez a Expedição a Rekkam e ao Chott Tigri, têm a sua  inscrição assegurada.
Inté.
http://www.foro4x4.com/foro/index.php?topic=18692.0


AGADIRS DO ANTI ATLAS- Ousmgane, Ifourhaine e Tisguimt by Parola Gonçalves
08/08/2010, 13:15
Filed under: LANDLOUSÃ, MARROCOS

 

 Ao longo da sua história e desde sempre, os berberes sedentários viviam da agricultura de pequenos rebanhos de cabras e ovelhas. Um modo de vida era precário e difícil principalmente nas zonas de montanha, onde as condições eram mais adversas.

                Em tempo de guerra, quando as aldeias e os clãs estavam envolvidos em lutas uns contra os outros, as reservas de comida eram a parte mais cobiçada. Os Agadirs para além da reserva de cereais, eram também local de guarda de bens pessoais.

                Assim, para proteger os seus bens, os aldeões construíam edifícios fortificados, os chamados Agadirs. Deste modo, mantinham em segurança o que de mais importante e valioso era para a sua aldeia, a subsistência.

                Estes Agadirs, no seu interior possuíam um conjunto de células ou cabines onde para além dos cereais, podia o proprietário ter também bens pessoais. O proprietário tinha uma chave de acesso ao seu “Grenier”.

                O Agadir tinha um Guardião que para além de fazer a guarda ao forte é também o “Vigilante”, pelas entradas e saídas dos proprietários de cada célula ou “Grenier”.

                Ainda hoje é proibida e entrada de estrangeiros em alguns Agadirs.

Agadir de Ousmgane 29º 59,90’N 08º 40,15’W

Agadir de Ifourhaine 29º 59,20’N 08º 43,43’W

Agadir de Tisguimt     29º 54,94N 08º 44,79’W

Fica a “Dica”.

Inté

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MUDANÇA DA HORA EM MARROCOS by Parola Gonçalves
05/08/2010, 15:55
Filed under: MARROCOS

Boas.

A partir de 8 de Agosto, há alteração da hora em Marrocos, motivada pelo início do Ramadão.

Neste momento Marrocos, segue a “hora local padrão”, seja TMG+1 Hora.

Com a entrada em vigor da “Hora de verão Local”, seja TMG+0 Hora, no período do Ramadão temos como exemplo:

Agora:

Portugal___18:00 horas
 
Espanha___19:00 horas
 
Marrocos___18:00 horas
 
Depois:
 
Portugal___18:00 horas
 
Espanha___19:00 horas
 
Marrocos___17:00 horas
Fica a nota.
Inté.
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MAPC2MAPC – Parte 4 (Garmin Custom Maps e Overlays) by joaocarloscardoso
04/08/2010, 23:25
Filed under: CARTOGRAFIA, LANDLOUSÃ, MAPSOURCE, OZIEXPLORER/COMPEGPS

Neste último artigo iremos explorar algumas particularidades da ferramenta MAPC2MAPC, como sejam:

  • a criação de Garmin Custom Maps e
  • a utilização de sobreposição de camadas em mapas (overlays).

 

Criação de Garmin Custom Maps

Conforme demos já conta, desde que a GARMIN lançou em Outubro de 2009 para alguns dos seus modelos (Colorado / Oregon / Dakota) a possibilidade de incorporar mapas raster, a comunidade de entusiastas tem lançado ferramentas destinadas a facilitar a conversão e processamento de tais mapas.

A ferramenta MAPC2MAPC inclui-se neste espectro, pois oferece ao utilizador a possibilidade de conversão de mapas raster para formato KMZ, permitindo-nos, assim, reaproveitar aquele arquivo de mapas digitalizados que temos vindo a constituir e a georeferenciar através, por exemplo, do OziExplorer, mas também a que mais utilizamos no espaço nacional (cartas militares).

Para a criação de mapas específicos partir de ficheiros raster, e de acordo com a Garmin (http://garmin.blogs.com/softwareupdates/2009/10/creating-and-using-garmin-custom-maps-in-five-easy-steps.html), deveremos ter em conta algumas limitações:

  • A resolução máxima do ficheiro raster é de 1 megapixel, pelo que poderemos trabalhar correctamente imagens com as resoluções de 1024×1024 ou 512×2048. Imagens maiores são suportadas, mas o dispositivo produz uma visualização (render) de qualidade inferior.
  • Nenhuma imagem deve ultrapassar mesmo os 3MB, uma vez que leva muito tempo a ser processada pelo dispositivo GPS. A mesma poderá ser fraccionada ou gravar-se com compressão (a taxa de 80% não traz degradações significativas do ponto de vista da visualização no dispostivo GPS).
  • Um mapa no formato KML/KMZ (Keyhole Markup Language e Keyhole Markup Language zipped, formatos nativos do GoogleEarth) pode ser constituído sem problemas por vários ficheiros raster. No entanto, só um ficheiro KML será processado por KMZ (formato nativo do GoogleEarth para distribuição): trata-se do ficheiro kml que se encontra na raiz daquele e, em termos de notação, designado “doc.kml”.
  • De acordo com a Garmin e para a versão corrente de software o número máximo suportado por dispositivo GPS é de 100. Este é um total por dispositivo e não por ficheiro KMZ. No extremo (1 ficheiro raster = 1 ficheiro KMZ), poderemos ter 100 mapas.

 

Algumas das características podem ser definidas logo por omissão, afectando os mapas a produzir, de modo a torná-los conformes com as especificações da Garmin. Aquelas, são definidos na janela “Preferences”, acessível a partir do comando “menu Edit > Preferences”.

Assim, ao nível do atributo “Tile Width” pode ser definida a resolução base da fracção a obter. A resolução máxima, lembramos, deverá ser inferior a 1 megapixel. Embora as resoluções  de 1024 x 1024 ou 512 x 2048 sejam suportadas pelo MAPC2MAPC, o mapa a produzir terá um melhor desempenho com fracções menores, por exemplo na ordem dos 512 x 512.

Se a caixa de marcação “Advanced Garmin Tile Control” estiver seleccionada, as fracções a produzir podem ainda ser ajustadas individualmente.

Para produzir um ficheiro KMZ, o utilizador tem que previamente possuir instalado o utilitário 7-zip file manager e associá-lo ao MAPC2MAPC através do comando “menu Edit > Locate 7-Zip Program”. Este utilitário será então responsável pelo agregar do ficheiro .kml e das fracções num único ficheiro comprimido (.kmz).

O 7-zip file manager pode ser descarregado a partir da seguinte hiperligação: http://downloads.sourceforge.net/project/sevenzip/7-Zip/4.65/7z465.exe?use_mirror=mesh&ts=1278763144

Aberto e carregado o ficheiro de calibragem do mapa, através do comando “menu File > Open Calibration”, pode-se depois proceder à operação de criação do denominado Garmin Custom Map, a qual se encontra igualmente posicionada ao nível do menu “File”, mais concretamente em “menu File > Write Garmin Custom Map”.

O mapa não precisa ter a orientação Norte/Sul.

Se a caixa de marcação “Advanced Garmin Tile Control” tiver sido previamente seleccionada, o mapa “fonte”, bem como a sua decomposição em fracções, são então visualizáveis numa nova janela. Apesar de inicialmente ajustado ao número de fracções definido por omissão em “Preferences”, o utilizador pode reduzir ou aumentar o seu número através dos botões + e -, de modo a cumprir a limitação de 100. O número de fracções (dado em linhas e colunas) pode ser ajustado, sendo a sua dimensão dada ao lado.

Posicionando ainda o ponteiro sobre uma fracção e premindo depois qualquer botão do rato é possível desmarcá-la. Através de tais selecções individuais é possível obter áreas não rectangulares.

As fracções são geradas e armazenadas no formato .jpg, independentemente do formato gráfico do mapa fonte. É também gerado um ficheiro .kml. Todos eles são colocados numa pasta que recebe o nome do mapa e o sufixo de “_tiles”. Caso o utilitário 7-zip file manager se encontre associado ao MAPC2MAPC é ainda produzido o ficheiro .kmz, gerado e armazenado na pasta do mapa fonte.

 

Utilização de sobreposição de camadas em mapas (overlays)

Através do MAPC2MAPC é possível carregar ficheiros com caminhos (tracks) e rotas (routes), e adicioná-los como camadas ao mapa.

A actualização de mapas constitui um exemplo de aplicação prática desta funcionalidade. Assim, suponhamos que utilizamos mapas raster já com alguma idade (caso ainda bem frequente quando nos deslocamos a certas regiões de África, onde apenas podemos ter acesso aos mapas do IGN) e, na preparação de uma viagem, queremos aí adicionar novos caminhos, pistas ou até mesmo estradas.

Aberto no MAPC2MAPC o ficheiro de calibragem do mapa (comando “menu File > Open Calibration”), o utilizador pode depois proceder ao carregar dos ficheiros de caminhos e rotas, recorrendo ao comando  “menu File > Load track overlay”.

São admitidos os seguintes formatos:

  • plt (do OziExplorer);
  • rxf;
  • mxf;
  • txf;
  • kml (do Google Earth).

Durante este processo de carregamento, o utilizador pode ainda definir se os caminhos e rotas são representados no mapa como pontos ou linhas, bem como a sua cor.

Podem ser carregados vários ficheiros, os quais se comportam como camadas a sobrepôr no mapa.

O “novo” mapa pode então ser gerado através do comando “menu File >  Write map and calibrations”. Uma nova imagem é produzida no formato .png (Portable Network Graphics). Do mesmo modo é gerado um novo e adaptado conjunto de ficheiros de calibragem.

O aspecto do mesmo, contendo já embebido o caminho, pode ser visto no OziExplorer.

Comentários Desativados em MAPC2MAPC – Parte 4 (Garmin Custom Maps e Overlays)


PRAIAS E LOCAIS FLUVIAIS SERRANAS – ALGUMAS SUGESTÕES by Parola Gonçalves
03/08/2010, 15:07
Filed under: LANDLOUSÃ

Boas.

Por motivos profissionais, tenho percorrido a zona entre Lousã e Colmeal no concelho de Goís, subindo pelo  bonito Vale do Alto Ceira.

Assim, entendi por bem pegar no GPS e mesmo sem parar, marcar pontos de “Praias Fluviais” ou de “Locais Fluviais”, para tomar um bom banho. Uns são mais movimentados outros não e nestes estão incluídos os “Locais Fluviais”.

O “Local Fluvial” da Cortecega tem um pequeno track anexo. Só lá chega, quem se deslocar a pé, de 4×4 ou de mota de enduro ou moto 4. Tem de seguir o track, ou então entra por uma zona densa de acácias e abre clareira e foi isso que aconteceu ao “SAvimbi”, que abriu clareira para gozo do Ti Bré que ia a conduzir.

Pontos e track em GPX, AQUI

Alojamentos e Comeres, AQUI.

Aconselho uma visita as aldeias do Xisto da Serra da Lousã, mais informação AQUI.

Boa viagem. Informações em landlousa@gmail.com

Inté.




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