Land Lousã


EXPEDIÇÃO AO ANTI-ATLAS by LANDLOUSÃ – FOTOS by Parola Gonçalves
19/07/2011, 13:08
Filed under: MARROCOS 2011

Boas.

Algumas fotos.

AQUI

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RECONHECIMENTO E AGRADECIMENTO by Parola Gonçalves
19/07/2011, 10:54
Filed under: MARROCOS 2011

Boas.

Na recente Expedição ao Anti-Atlas o SAvimbi, nome porque é mais conhecido o Land Rover Defender Td5 de Parola Gonçalves, partiu o Turbo a caminho de Smara, já no Sahara Ocidental.

Para além do agradecimento pessoal que fiz aos expedicionários, pelo espírito de solidariedade, camaradagem e espírito de Expedição demonstrado, não queria deixar de publicamente reconhecer a três pessoas que muito colaboraram para que o SAvimbi, viesse pelos seus próprios meios até casa.

Em primeiro lugar a  Christine (Mamy du Maroc) e a sua equipa do Auberge 2 Chameaux, em El Ouatia, que providenciou os mecânicos e serviu de elo de ligação, já que só falavam árabe e um pouco de francês;

Em segundo lugar aos mecânicos, o Monsieur Montacer Boirza, dono da oficina e ao Monsieur Hasem, funcionário, que desde o início mostraram serem competentes e capazes de levar a bom termo a reparação do SAvimbi.

E por último ao John e Ana, ao Leonel e Américo, ao Marco Lino e Raquel Magalhães, ao Viriato e Helena e a Rosa Maria, por serem solidários e com espírito de expedicionário.

A todos muito obrigado.

PS: Leonel, jamais vou esquecer aquele reboque de 300 kms, que começo a 40 km/hora e terminou a 80 Km/Hora, com uma técnica perfeita nas travagens nos STOP’s policiais. Maior sincronia não podia haver. Américo, excelente trabalho a dar chocolates, rebuçados e bebidas ao Leonel para não haver paragens.

Monsieur Montacer Boirza

Monsieur Hasem



GORGES DE AIT MANSOUR VERSUS ROUTE BARRÉ by Parola Gonçalves
14/07/2011, 14:44
Filed under: MARROCOS 2011

GORGES DE AIT MANSOUR

                Depois de uma noite diferente no Campement Akka Nait Sidi, optamos por fazer uma visita às Cascatas e às Ruínas da Casa de Charles de Focauld em Tissint, visita que aconselhamos.

                Antes de partir, os reabastecimentos com água e pão foram feitos num dos Cafés/Restaurantes da praça principal da cidade. Contudo, convém ter em atenção que ao sair do seu 4×4, pode ter o azar de cair numa caixa de esgoto, que por lá proliferam sem tampa.

                É impressionante que quase um século depois a antiga Casa de Charles de Focauld, consigam transmitir uma integração entre a arquitectura árabe e católica.

                Devido ao adiantado da hora o que interessava era chegar a Icht o mais rápido possível, com uma paragem em Tata para reabastecer de gasóleo. Porém a paragem em Tata demorou mais que o previsto, já que a 2ª bateria de um 4×4 dava sinais de estar avariada. Testes, verificação de esquemas de montagem, concluem que a bateria estava cansada e o esquema LandLousã, tinha sido marafado, ehehehhe.

                A meio da tarde chegamos a Icht, avançando ainda pela N12, até a bomba de combustível que serve de entreposto comercial, onde alguns reabasteceram e de simulou um almoço com as famosas conservas “Isabel”.

                Mais uns kms e entramos em Pista ao longo de cerca de 30 kms dentro do Oued Ait Mansour. Uma Pista fácil com muita pedra, muito calhau rolado, com trilho umas vezes bem definido outras nem por isso.

                Ao longo da Pista e na sua margem direita, de quando em quando apareciam umas sombras provocadas pelas altas arribas e por muitas árvores a que se juntava esquilos e mais esquilos. A Gorges de Ait Mansour está repleta de esquilos.

                A subida do Oued decorreu sem problemas, com um ou outro 4×4, a ficar sem umas palas ou uns cantos de plástico do Pára-choques traseiro, modernices de 4×4 com alcatifa, lololol.

                Um pouco antes de Talat-n-Issi acaba a pista e entramos numa estrada nova asfaltada que termina em Talat-n-Issi. Aqui existia uma placa de fundo amarelo que deveria ter umas letras brancas a dizer, “Route Barré en Ait Mansour, 20 Kms”. Havia placa mas letras népia e aí vamos nós por uma das zonas mais espectaculares de Marrocos. Um oásis impressionante, aldeias encastradas nas encostas de areia vermelha e um percurso no meio de palmeiras entre Souk-El-Had-D’Afella-Irhir e Agutin. Simplesmente fabuloso e impressionante.

                Com o percurso “Barré”, devido as chuvas, tivemos de regressar a Talat-n-Issi e tomar a direcção de Tafraoute, que ainda distava cerca 50 kms. Mas o resto da viagem animou já era uma Pista no meio de uma zona de árvores, palmeiras, oueds e às vezes restos de asfalto, com a particularidade de termos uma temperatura mais amena, terminando o percurso na zona das Pedras Azuis.

                Cansados, chegamos a Tafraoute ao anoitecer, reabastecendo na cidade com fruta, águas e fomos ao Camping Tazga, que aconselhamos. Boas instalações, bom preço, com internet wireless  e muita simpatia.

                Eis pois a última crónica ou relato, com a certeza que Trafaoute deve ser um ponto a colocarem na vossa Rota, se quiserem fazer a zona de Tan Tan.

                Outra certeza é que em Abril de 2012, vamos voltar a zona do Anti-Atlas e Sahara Ocidental, para que a partir de Tata, Assa, M’Sied, Bir Anzarane e Dakhla possamos completar um ciclo de Grandes Expedições.

 

Campement Akka Nait Sidi, chá de recepção

Casa de Charles Focauld, interior

Cascata Monumental de Tata



TARBAT-N-TIRSAL VERSUS MARCO LINO by Parola Gonçalves
13/07/2011, 16:52
Filed under: MARROCOS 2011

                A etapa entre Bin Ouidane e Agouti, era rolante e por uma das zonas mais belas do Alto Atlas, o Valée des Aít Bougoumez. A tentativa de fazer o H1, tinha caído por terra, quando soubemos que as fortes chuvadas dos dias anteriores tinham obstruído novamente a Pista de Anergui à Cathedral des Roches.

                Optamos então por rolar com calma até Agouti, por uma zona rica em agricultura e com o maior nº de Gîtes de Marrocos.

                Dar Itrane, é um desses Gîtes e talvez um dos que tem qualidade acima da média.

                Depois de Agouti, paramos para descontrair e fazer o troço entre Imi-N-Talat e Ait Bouzid, com passagem por Tarbat-N-Tirsal, seja fazendo a Pista de Tirsal como é conhecida.

                Depois de Agouti, há uma bifurcação com dois ramos, um que sobe em direcção a Ait Mohammad e acede a Azilal ou Demnat, por asfalto ou o ramo que desce até Imi-N-Talat, por asfalto e depois por Pista até Ait Bouzid.

                Estávamos já no final da tarde e Marco Lino, entra em Pista, numa zona de terra vermelha com alguma lama e barreiras caídas. Lentamente fomos progredindo com todas as cautelas já que a Pista estava escorregadia.

                Depois do cruzamento para Abachkou, subimos para um planalto em que a Pista tinha desaparecido por completo obrigando a uma navegação exigente, trialeira em piso de lamelas de xisto, aparecendo de quando em vez uns enormes rebanhos de cabras e ovelhas. A altitude da Pista variava entre os 2300 e os 2400 mts.

                Nas calmas e sob o lema “Devagar, mas com estilo”, chegamos a Ighir-N-Tissent, que não seria mais que um núcleo de apoio aos pastores, descendo depois até Tarbat-N-Tirsal, por trilhos muito perigosos, já que as barreiras caídas de lama dificultavam a progressão em segurança. Mais tarde enquanto aguardavamos por uma boa Tagine de Poulet, Marco Lino, em jeito de desabafo, disse que sentiu respeito por essa zona do percurso. Pese embora os perigos da pista, as paisagens e a riqueza agrícola da zona, faziam valer a pena o esforço do final da tarde.

                Antes de chegar a Tarbat-N-Tirsal, as imagens das aldeias encaixadas nas encostas davam um visão de quanto era rica aquela zona. O Lugar de Tagassalt, é um desses exemplos, encaixado na encosta e rodeado de pequenas plataformas de centeio, trigo e hortas.

                A chegada a Tarbat-N-Tirsal, foi meio atribulada, já que apareceram muitos miúdos, naquela terra os nascimentos suplantam todos os indicadores de natalidade. Por lapso enviamos pela encosta para dentro do lugar, obrigando a manobras com ajuda da população.

                A descida até Tilsghit foi do melhor, porque a Pista atingia a cota 1350 mts, através de um caminho estreito escavado na encosta que nos levou até Ait Boulmane, onde potentes máquinas estão a abrir um novo até Tarbat-N-Tirsal, bem como a colocar uma nova linha de alta tensão, para fornecer energia eléctrica as populações.

                Cansados mas felizes, chegamos por volta das 21:00 horas ao Gîte Imi-N-Ifri em Ait Bouzid, Gîte, que recomendamos.

                Demoramos cerca de 4 horas a fazer os cerca de 56 kms de Pista digna desse nome, sabiamente conduzidos pelo Marco Lino, que teve uma navegação precisa em terreno exigente, por vezes duro outras vezes escorregadio. Thanks Marco Lino.

                Fiquem bem.

Valée des Aít Bougoumez

Tagassalt e a agricultura em socalcos

Uma caixa de direcção “Cassé”

As chuvadas do dia anterior e muitos calhaus

Tagassalt e a montanha, peça única

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P 7096 VERSUS N 12 – OU A PISTA “BARRÉ” by Parola Gonçalves
13/07/2011, 11:13
Filed under: MARROCOS 2011

                A saída de Tafraoute estava ligeiramente atrasada, já que foi necessário colocar uma bateria nova, numa das viaturas para apoio a uma Engel Fridge.

                Como a Pista de Ait Mansour estava “Barré”, optou-se por chegar de forma mais rápida a Tarhjicht, seja por asfalto. Estava um calor infernal, mais de 50º, pelo que decidimos tentar almoçar num dos restaurantes de estrada, mas não conseguimos nada, avançando para a Pista.

                Cruzamos Tagmout e pela informação do Wayteq, que navegava com o Oziexplorer com cartografia a escala 1:100 000, havia um pouco mais adiante um pequeno oásis, junto ao Oued Cayyad, que serviu de base a um excelente almoço de umas latas de “Isabel” ou similares.

                Ao entrar na Pista verificamos que não era utilizada a muito tempo, havendo muito mato e tufos, pelo que a navegação se tornou mais interessante, sendo agora o objectivo chegar Ait Moussa-ou-Daoud.

                Tentamos por mais de uma vez seguir o que seria a Pista, mas a profundidade do Oued, mais de 5 mts e o corte da Pista com uma barreira de terra com mais de 100 mts, confirmou as nossas suspeitas a Pista tinha sido anulada.

                Optamos por analisar as alternativas e rumar a Ait Moussa-ou-Daoud, tomando Marco Lino a navegação do grupo.

                Com maior ou menor dificuldade chegamos a Ait Moussa-ou-Daoud. De repente ouvimos via CB o Leonel Sousa dizer “É pá estou a ver montes de aquedutos, deve ser uma estrada nova”. E era uma nova estrada que se supõe ligar aquelas aldeias a Guelmine. Fizemos uma pausa, substituiu-se mais uma vez a borracha do amortecedor traseiro do lado esquerdo do RR e decidimos avançar, não pela estrada mas pela P 7096 ou que restava dela.

                O Oued Seyyâd passa a ser durante uns bons Kms a nossa pista até Fask, que passamos ao largo, embora fosse apetecível, já que esta tinha um enorme oásis.

                A partir de Fask, entramos na Nacional N12 até Guelmine, para reabastecer, descansar, ir ao mecânico resolver de vez o problema do apoio do amortecedor do RR.          Depois foi rumar para a Estância Termal de A’Baynou, para uns banhos de água sulfurosa, com 38º para homens e 28º para mulheres, sabe-se lá porquê, eheheeheeh.

               Fiquem bem.

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ASRIR VERSUS TAN TAN – A P7099, QUE JÁ FOI PISTA by Parola Gonçalves
12/07/2011, 10:42
Filed under: MARROCOS 2011

Asrir versus Tan Tan, não é mais que o relato de uma etapa com cerca de 170 kms de Todo Terreno, entre Asrir, próximo de Guelmin e Tan Tan. Uma etapa dura, demolidora para os 4×4, para as pessoas e como muita navegação a que se juntou um calor tórrido, quase sufocante, que secava o céu da boca.

Quando saímos pela manhã das Termas de A’Bayno -Termas que vale a pena visitar, acampar ou pernoitar em Hotel, já que os banhos em água termal de 38º para os homens e 28º para as mulheres, em águas sulfurosas, permitem recuperar da pancada das pistas dos dias anteriores – não esperavamos um dia tão demolidor e exigente para nós e para os Land Rovers.

Como se sabe a maioria das Pistas das zonas limite com a Argélia e na zona do que se designa por Sahara Ocidental, estão quase que interditas ou abandonadas, por motivos óbvios que não interessa aqui abordar.

A informação que fomos tendo era que já não existiam a Pista, e que o acesso seria pela nova estrada asfaltada. Optou-se então por procurar a Pista com apoio da cartografia, percorrendo alguns Kms em corta-mato.

Em Asrir, onde era suposto começar a Pista, não havia sinais, e onde possivelmente começaria a Pista estava agora um cemitério, pelo que se decidiu que um dos carros iria através de wpt’s, procurar a Pista ou restos dela, o que aconteceu perto das 9:21:41H, nas coordenadas 28º 57,979’N e 10º 01,6293’W.

Via CB, reagrupou-se o pessoal e passamos ao ataque da Pista, navegando em duas frentes, com o Topo Maroc da Garmin V2, via Mapsource e com cartografia militar à escala 1:100 000 e 1:250 000, via Oziexplorer.

O avanço ia-se fazendo sem dificuldades, até à 12:12H, no ponto 28º 44,405’N e 10º 13,511W, ao longo da antiga Pista 7099, em que Douar el Ain seria um ponto de passagem e uma referência a nossa navegação, seja como que uma âncora ou baliza. Neste ponto a Pista tinha desaparecido completamente, não havendo sinais da sua existência, para além de um vale em que a saída era algo que não se vislumbrava.

Optou-se então por almoçar junto a um Oued, que tinha algumas árvores com boas sombras e analisar a opção a tomar. De referir que durante o percurso fomos tomando notas e marcando pontos para um possível track back.

Recuperados após um bom almoço de umas latinhas de conserva e com temperaturas acima dos 50º, decidimos avançar, “Devagar e com estilo”, com auxílio da cartografia até Ait Oussa, pelo leito de um grande Oued Serkes, cheio de calhau rolado, sulcos, xisto, em que a atenção foi redobrada, já que era fácil rasgar um pneu ou partir um semi-eixo com uma simples pancada numa das valas. Esta volta relativamente ao percurso idealizado, acrescentou mais de 14 kms, já que Ain Kerma, passa a ser o nosso novo objectivo.

 O esforço a que foram submetidos os nossos Land Rovers foi imenso, pelo pó, pelo calor que chegou a ultrapassar os 55º e pelo trabalho da caixa de celocidades e de transferência.

A partir de Ain Kerma,  a coisa complica-se, já que a pista desaparece por completo e a navegação no Ozi a escala 1:250 000 ou 1:100 000, não permite avaliar os avanços, já que a evolução do ponteiro no mapa é quase nulo face a grandeza da sua escala.

Ain Kerma, não é mais que duas ou três casas de pastores e onde existe as ruínas de um antigo forte face a sua localização estratégica, e isso para nós era importante, já que poderia haver recolha dos animais para venda e como tal, encontrar a Pista mais adiante. Marco Lino, que vinha a frente da caravana nesta altura, faz um excelente trabalho e com calma encontra a pista mais a frente numa passagem profunda de um Oued. Os tufos de erva complicam mais a navegação e o avanço dos veículos, que entram num dos mais famosos Oueds de Marrocos o Oued Draa.

Depois foi seguir novamente por um Oued Draa, com muita pedra, até a um ponto importante em termos de navegação, já que havia duas opções, seguir pelo Oued ou subir uma encosta, repleta de pedra solta. SAvimbi opta por avaliar a rota do Oued e constatat que se dirige novamente a Ain Kerma e via CB, indica que a opção é subir a encosta. Marco Lino avança lentamente e com cuidado e todos os outros fizeram o mesmo até encontrar uma “Pista”, digna desse nome. Depois uns Kms mais adiante, Marco Lino, informa via CB, asfalto à vista para Tan Tan. Paramos junto ao asfalto, bebemos umas bejecas bem frescas, aliviamos a pressão e partimos para a foto de família a entrada de Tan Tan. 

O mapa dá a ideia da volta que tivemos que fazer para reencontrar a P 7099.

Foi duro, muito duro, exigente, mas os Land Rovers aguentaram a sova, o pessoal da expedição, manteve-se coeso e animado, nunca houve hesitações ou receios, sabiamos por onde andavamos e para onde queriamos ir. É nisso que apostamos nas nossas Expedições, arriscamos, mas com o rico calculado, vamos a descoberta, mas com todas as alternativas estudadas e sobretudo e o mais importante, somos um grupo coeso, muito coeso em que confiamos uns nos outros e não negamos fogo, sempre sob o lema “Devagar, mas com estilo”, by Leonel Sousa.

Valeu a pena, valeu mesmo a pena.

No dia seguinte o Turbo do SAvimbi rebentou a caminho de Smara. Coisas da vida, que nos levam a não pensar, e se tivesse rebentado na Pista? Quem o tirava de lá? O Expedicionários concerteza!

Fiquem bem.

Uma espécie de Turbo

Pedra. Pedra e mais calhau

 E mais pedra

E mais pedra

Cache LandLousã

O amortecedor que teimava em dar luta, e a pedra do percurso

Entrada de Tan Tan



EXPEDIÇÃO AO ANTI ATLAS 2011 BY LANDLOUSÃ by Parola Gonçalves
22/06/2011, 10:54
Filed under: MARROCOS 2011

Boas.

De 23 de Junho a 8 de Julho, a Landlousã vai realizar mais uma Expedição.

Skhirat será o nosso ponto de encontro e de partida. Sidi Ifni será o nosso objectivo, depois de descer até Smara.

Locais âncoras temos alguns, como Anergui, Megdaz, Tissint, Tafraoute, M’sied, Smara, Tan Tan e Sidi Ifni e Legzira. 

A autonomia total será uma constante, num percurso sem pressas onde observar será mais importante do que andar.

Como queremos partilhar a nossa Expedição, basta clicar no SPOT.

Fiquem bem por cá.

Inté

Directamente de Tafraout, cá vão umas fotos:




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